Entre luz e trevas: a iluminação pública na cidade e no distrito de Braga (da década de 1830 a 1956)
DOI:
https://doi.org/10.82564/revistabracaraaugusta.v72i132(145).13Palavras-chave:
Baixo Minho, Braga, combustão, eletricidade, iluminação pública, obras públicasResumo
O presente artigo estuda o desenvolvimento da iluminação pública no Baixo Minho entre o seu aparecimento, na década de 1830, até 1956, data em que foi realizada a última eletrificação de uma sede concelhia nesta circunscrição. O estudo baseia-se essencialmente em fontes locais, nomeadamente na imprensa periódica da região, mas também em outro tipo de documentação, produzida pelos governos locais. A investigação engloba os primórdios do estabelecimento deste melhoramento material, partindo, primeiramente, da sua aplicação por técnicas de combustão (óleos naturais, petróleo, gás de carvão e acetileno) e tratando, seguidamente, da transição para incandescência elétrica. Além de encetar a construção de uma cronologia de desenvolvimento da iluminação dos espaços públicos, o artigo mostra também a forma como o assunto era percecionado na opinião pública, as suas limitações e as particularidades da sua implementação neste território.
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