Um espaço para os viajantes: o acolhimento dos passageiros no hospital de S. Marcos da cidade de Braga (séculos XVII e XVIII)
DOI:
https://doi.org/10.82564/revistabracaraaugusta.v73i133.34Palavras-chave:
Doenças, Época Moderna, Misericórdias, Peregrinos, ViajantesResumo
Importantes instituições assistenciais, as Misericórdias portuguesas distinguem-se das suas congéneres pela abrangência da sua atuação. Esta foi além do cumprimento das 14 obras de Misericórdia, objetivo primordial da sua fundação. Neste sentido, os arquivos das Santas Casas guardam informações que nos permitem estudar a sociedade ao longo dos últimos quinhentos anos,
possuindo dados pertinentes para o estudo das viagens e peregrinações. Neste trabalho, procuramos analisar o papel desempenhado pelo hospital de S. Marcos, da cidade de Braga, sob administração da Misericórdia bracarense, no apoio que este prestava aos peregrinos e viajantes, no período moderno. Sabemos que além de uma casa dos passageiros, onde a população
em trânsito se podia recolher para pernoitar, o hospital de S. Marcos, assim como outros hospitais de Misericórdias, acolhia nas suas enfermarias aqueles cujo estado de saúde não lhes permitia seguir caminho. Que desafios colocava o acolhimento dos peregrinos e viajantes a esta instituição? Quem eram estes indivíduos? Quais as suas principais necessidades e que doenças os afetavam? Estas são algumas das questões que pretendemos analisar no presente trabalho.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2025 Revista Bracara Augusta

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0.
