A construção do património da Congregação do Oratório de Braga: dificuldades, conflitos e resoluções (sécs. XVII a XIX)
DOI:
https://doi.org/10.82564/revistabracaraaugusta.v72i132(145).8Palavras-chave:
Braga, conflitos, oratorianos, patrimónioResumo
A Congregação do Oratório de Braga, fundada no ano de 1686, desempenhou um papel significativo na cidade, tanto no plano religioso como no social. Ao longo do tempo, os oratorianos não só consolidaram uma influência espiritual considerável, como também acumularam um vasto património. Muitos dos seus bens foram adquiridos através de doações, refletindo a generosidade da comunidade e a sua ligação à Igreja, mas também através de muitas aquisições necessárias à construção e ampliação do seu templo, convento e demais propriedades. Contudo, a expansão destes domínios não ocorreu sem desafios. A Congregação enfrentou desacordos frequentes com entidades religiosas e laicas, tanto em questões que envolviam a posse, como com a gestão desses mesmos bens. A importância do Oratório na cidade de Braga é inegável, tanto pelo seu contributo religioso, como pelo impacto económico decorrente da gestão do seu vasto património. Este estudo pretende explorar essas dinâmicas, focando-se na aquisição de alguns dos seus bens, dos conflitos daí decorrentes e nas soluções adotadas.
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